terça-feira, 16 de dezembro de 2014

DEZEMBRO - BUZZCUT SEASON


 


16 de Dezembro.

The final countdown, hun?
Alguém me atire de um prédio, ou atire um prédio em mim...

Sério, dezembro é o único mês “diferente”. Tem uma atmosfera no ar. Há múltiplos sentimentos em escala. Todos juntos... nostalgia, expectativa, felicidade, euforia, preguiça, gula, tristeza.


Eu não sei se é só comigo, mas acho que qualquer um que assista a series como eu vai concordar; Dezembro  não parece final de temporada?

É quando você começa a desacelerar.

Dezembros pra mim têm sido bem solitários.
Não eram. Até 2009 eram até divertidos. A partir de 2010 tudo foi mudando... foi em dezembro de 2010 que as sombras que tomaram minha vida começaram a pairar no ar. Fui assaltado 2 vezes naquele ano num intervalo de uma semana.

Embora mais leve – e o melhor mês em muito tempo – o dezembro de 2011 também foi bem solitário.
2012 foi complicado e a noite de réveillon foi cenário de uma das cenas que mais me dignifica o apelido “Drama Queen”. Eu me tranquei no quarto, desliguei as luzes, menos o abajour, e passei a virada e escrevendo na minha máquina (aliás, acho que nunca escrevi algo tão bom).

Dezembro de 2013 foi bem interessante. Ficou bem marcado pelas músicas que coloquei no celular. Foram 3 álbuns: “Lorde – Pure Heroine”, “Legião Urbana – Disco homônimo” e discografia do Placebo. Há 5 músicas desse conjunto que até o dia da minha morte, se eu ouvir, voltarei  para aquele Dezembro: “Buzzcut Season”, “Soldados”, “O Reggae”, “Running Up That Hill” e “Rubber Ring” ( presente da Nita).

Nas primeiras horas do dia 16 eu recebi o melhor dos presentes, que tanto implorava aos céus. Uma pessoa que eu pensei estar morta, alguém que era muito importante pra mim, tinha voltado pra minha vida. Minha francesa... Eu e aquela menina paramos de nos falar meses depois.

Vaca...



Here are we.


Another december.




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