16 de Dezembro.
The final
countdown, hun?
Alguém me atire de um prédio, ou atire um prédio em mim...
Sério, dezembro é o único mês “diferente”. Tem uma atmosfera
no ar. Há múltiplos sentimentos em escala. Todos juntos... nostalgia, expectativa,
felicidade, euforia, preguiça, gula, tristeza.
Eu não sei se é só comigo, mas acho que qualquer um que
assista a series como eu vai concordar; Dezembro não parece final de temporada?
Dezembros pra mim têm sido bem solitários.
Não eram. Até 2009 eram até divertidos. A partir de 2010
tudo foi mudando... foi em dezembro de 2010 que as sombras que tomaram minha
vida começaram a pairar no ar. Fui assaltado 2 vezes naquele ano num intervalo
de uma semana.
Embora mais leve – e o melhor mês em muito tempo – o
dezembro de 2011 também foi bem solitário.
2012 foi complicado e a noite de réveillon foi cenário de
uma das cenas que mais me dignifica o apelido “Drama Queen”. Eu me tranquei no
quarto, desliguei as luzes, menos o abajour, e passei a virada e escrevendo na
minha máquina (aliás, acho que nunca escrevi algo tão bom).
Dezembro de 2013 foi bem interessante. Ficou bem marcado
pelas músicas que coloquei no celular. Foram 3 álbuns: “Lorde – Pure Heroine”,
“Legião Urbana – Disco homônimo” e discografia do Placebo. Há 5 músicas desse
conjunto que até o dia da minha morte, se eu ouvir, voltarei para aquele Dezembro: “Buzzcut Season”,
“Soldados”, “O Reggae”, “Running Up That Hill” e “Rubber Ring” ( presente da
Nita).
Nas primeiras horas do dia 16 eu recebi o melhor dos
presentes, que tanto implorava aos céus. Uma pessoa que eu pensei estar morta,
alguém que era muito importante pra mim, tinha voltado pra minha vida. Minha
francesa... Eu e aquela menina paramos de nos falar meses depois.
Vaca...
Here are
we.
Another
december.
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